quarta-feira, 11 de maio de 2011

a Tipos de Açúcar

Açúcares

O açúcar é um produto que se destina, principalmente, a adoçar bebidas e alimentos,

sendo obtido do processamento da cana
deaçúcar, e em menor importância, de outros

vegetais, como da beterraba.

O açúcar extraído da cana de açúcar é conhecido desde tempos remotos, entretanto,

ele só foi introduzido na Europa por volta do século XX, por intermédio dos árabes.

Inicialmente, o cultivo da cana restringiu
se à bacia do Mediterrâneo e, somente mais tarde,

foi introduzido na América.

Atualmente, o Brasil é um dos maiores produtores mundiais de açúcar originário da

cana, sendo que cerca de 50% desta produção destina
se ao comércio externo.

http://www.nutrociencia.com.br/upload_files/arquivos/acucares.pdf

segunda-feira, 28 de março de 2011

Nuvens radioativas contêm elementos perigosos para a saúde

Césio, plutônio e urânio são algumas das substâncias presentes nas nuvens radioativas. Físicos alertam que algumas delas podem levar séculos para deixar de causar danos à saúde.

A primeira explosão, que aconteceu no sábado, arrancou o teto do prédio do reator número um da usina de Fukushima. Desde segunda-feira houve incêndios e novas explosões em outros três reatores. Cada acidente liberou uma nuvem radioativa na atmosfera.

Ninguém sabe exatamente a composição delas, mas em acidentes anteriores os físicos encontraram nas nuvens radioativas elementos perigosos como: césio, que leva 300 anos para se tornar insignificante para a saúde; plutônio, que leva mais de 243 mil anos para perder o efeito e o pior é o urânio, que precisa de 45 bilhões de anos.

Para os japoneses, a pior situação seria se a chuva ou a neve trouxessem esses elementos para o chão. Isso concentraria toda essa radiação numa área muito pequena.

“O ar vai ficar mais limpo para quem está ali respirando, por outro lado dependendo da intensidade da poluição no local, vai acumular esse poluente em plantas”, explica Alberto Avellar Barreto, engenheiro do Centro de Desenvolvimento de Energia Nuclear – CNEN.

Os japoneses torcem para que os ventos levem a nuvem radioativa para o pacífico. Se isso acontecer, o material cairá sobre o oceano e ficará disperso numa área muito maior.

“Ela poderá, numa condição favorável, ir para o oceano o que diminuirá o impacto do acidente”, explica Barreto.

Para saber se a pessoa esta contaminada é preciso fazer exames específicos de fezes e de urina. Outro processo é por um contador Geiger que registra se ha ou não radioatividade. Quando o equipamento chega perto de um pacote de urânio, ele emite um sinal sonoro e marca o nível de contaminação.

A radiação danifica o DNA que está o núcleo das células. Quando isso acontece elas podem se reproduzir de forma desordenada. O resultado são vários tipos de câncer. “Dependendo do nível de radiação e dependendo da quantidade incorporada, pode levar a morte”, diz Tetsuaki Wakabayashi, supervisor de rádio proteção – CNEN.

http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2011/03/nuvens-radioativas-contem-elementos-perigosos-para-saude.html

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Salinas oferecem combustível do futuro

A grande aposta da indústria automobilística é o lítio, matéria-prima das baterias de carros híbridos e elétricos


O lítio, metal cujas jazidas se encontram misturadas às salinas, faz parte da vida de todo mundo. Ele é a matéria-prima das baterias presentes em 90% dos notebooks, 60% dos celulares e em todos os aparelhos de MP3 do planeta. Graças às baterias de íons de lítio, de tecnologia mais moderna que suas antecessoras feitas de chumbo, os equipamentos eletrônicos pessoais vêm se tornando cada vez menores e mais possantes. Agora, com os planos da indústria automobilística de expandir a produção de carros movidos a eletricidade, a tendência é que o lítio adquira um peso cada vez maior na matriz energética mundial. Isso porque as baterias de íons de lítio, em versão bem mais avantajada do que a usada em aparelhos eletrônicos, são consideradas a melhor alternativa para equipar os novos modelos elétricos ou híbridos. No último salão do automóvel de Detroit, em janeiro, a Toyota anunciou uma nova versão do Prius – o primeiro híbrido a se tornar um sucesso de vendas –, em que a bateria de níquel-cádmio será substituída por uma de íons de lítio. A General Motors, que com seu modelo Volt, com lançamento previsto para 2010, pretende transformar o nicho dos carros híbridos num segmento de mercado popular, juntou-se à fabricante de eletrônicos coreana LG para desenvolver sua própria linha de baterias de íons de lítio.

ver reportagem completa em: http://www.bhtrans.pbh.gov.br/portal/page/portal/portalpublico/Imprensa/salinas%20combustivel%20futuro

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Biomonitoramento

Monitormanto da poluiçao do ar de São José dos Campos com
o uso de plantas.

http://www.google.com.ag/search?sourceid=navclient&hl=pt-BR&ie=UTF-8&rlz=1T4GGLL_pt-BRBR367BR367&q=%c3%b3xidos%2cppt

hidrocarbonetos Estrutura e Estereoquímica de Alcanos

Site muito bom. Vale a pena estudar nele. Conheço esse professor. É um dos melhores!!
Edson Minati, UFSC.

http://150.162.31.1/~minatti/aulas/qmc5225/aula_09_organica_alcanos/index.htm

sábado, 31 de julho de 2010

Origem do magnetismo

Segundo reportagem da revista Science, a chave para o supermagnetismo está na estrutura extremamente complicada do cristal de Fe16N2.
O magnetismo de um material decorre do giro dos seus elétrons. Cada elétron funciona como um minúsculo magneto, com um campo magnético alinhado com o eixo do seu spin - quanto mais elétrons giram na mesma direção, maior se torna o magnetismo do material.
No cristal de Fe16N2, cada átomo de nitrogênio fica no centro de um aglomerado de seis átomos de ferro, com dois outros átomos de ferro unindo os diversos aglomerados.
Os elétrons que fluem entre os aglomerados comportam-se como os elétrons do ferro comum. Mas os elétrons dos átomos que circundam o átomo de nitrogênio tendem a ficar "travados" no lugar.
Como resultado, garante Wang, esses átomos contribuem para o magnetismo total do material de forma mais intensa do que os átomos individuais, aumentando a intensidade desse magnetismo.

http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=material-mais-magnetico-mundo&id=010160100720

domingo, 21 de fevereiro de 2010

O sal e a pressão alta



Apresentação em .pps, muito legal e didática, mostrando como o sal influencia o aumento da presão arterial.

http://http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/upload/saude/arquivos/programas/Osaleapressaoalta.pdf

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Foucault e a microfísica do poder na escola

Foucault, que viveu de 1926 a 1984, durante quase seis décadas do Séc XX, na fase denominada hoje de pós-modernismo. O mundo capitalista acentuou valores que podem ser facilmente revelados aos homens pós-modernos, tais como individualismo, ambição, egoísmo e racionalidade técnica.

Foucault, utilizando-se da visão crítica dos filósofos pós-modernos, dedicou-se ao estudo e análise do poder, mas não do poder do Estado ou do poder das altas autoridades, mas do poder distribuído e presente em toda a sociedade. À existência deste poder fragmentado e espalhado pode ser visualizado em diversos campos da cultura, daí o porque de Foucault tê-la denominado de microfísica do poder. Segundo o filósofo, o poder se tornou mais eficiente na fase pós-moderna, pelo fato de ele ter se fragmentado nas relações da sociedade, seja através dos costumes, das convenções ou da burocracia. O fato é que o poder pode ser constatado em todos os espaços da vida social. Para Foucault, “o poder está em toda parte ...”.

Depois de compreendida a visão de Michel Foucault sobre o poder, uma pergunta fica no ar. Quem se beneficia do poder ? Foucault responde dizendo que são os detentores dos macropoderes, a exemplo das altas autoridades e dos grandes homens de negócios. Mas ele responde dizendo que também são os pequenos donos dos poderes periféricos. O filósofo defende a idéia de que o poder está diluído no tecido social através das múltiplas formas de dominação, e o que é pior, é que os detentores do poder usam os seus discursos como sendo verdadeiros, amparados pelo poder da burocracia. Quem pode discutir com um médico sobre saúde ? Quem pode discutir com um advogado sobre Direito ou Justiça ? Exemplos como esses, podem mostrar-nos muito bem que o poder está de fato diluído no tecido social, onde cada guardião defende o seu “status” e o seu poder através do discurso, devidamente amparado pela burocracia.

Quem são os guardiões do poder na escola ? Ora, essa pergunta não é difícil de responder: são o diretor, os professores, as secretárias e outros funcionários, que através do controle de artifícios como a vigilância, disciplina, discursos e práticas científicas, mantêm os alunos sob a guarda da escola. Esses guardiões do poder se sentem superiores aos alunos, e os seus discursos são atribuídos como sendo verdadeiros e autênticos. Nessa condição, os alunos se sentem oprimidos e inferiores aos guardiões, e é por isso que Foucault nos dá um alerta para o entendimento dos verbos que caracterizam o poder. Foucault diz que o poder “exclui, recalca, discrimina, mascara, reprime e esconde”.

O filósofo entende que o homem perdeu a sua capacidade de refletir, tendo sido a sua estrutura inconsciente inundada pelos valores da cultura contemporânea, e por isso mesmo, condena a educação padronizada, obedecendo a currículos e livros previamente elaborados, e que se intitulam acima do bem e do mal. Diante dessa conclusão, entende que a educação deve ser multicultural e multifacetada, de forma a trabalhar a subjetividade dos alunos.





Aluno: Luiz Guilherme Menezes Lopes

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Sobre sangue, café, óleo e... coletes à prova de bala

Cientistas brasileiros e suíços deram recentemente uma contribuição importante para a compreensão de um fenômeno físico que envolve o escoamento de fluidos por meios porosos. O trabalho pode ter aplicações em indústrias como a do petróleo.

Fonte: http://cienciahoje.uol.com.br/revista-ch/revista-ch-2009/266/sobre-sangue-cafe-oleo-e...-coletes-a-prova-de-bala

Álcool gel produzido por alunos é usado na prevenção à gripe

Todos os dias ao chegar à escola, os alunos da Escola Estadual Alice de Barros Maurício, em Camaragibe, Região Metropolitana, se protegem da gripe A (H1N1). Eles limpam as mãos com o álcool gel a 70%. Esse ritual passou a ser presente em várias escolas de Pernambuco desde o aparecimento dos primeiros casos da doença no Estado. A diferença é que na Alice de Barros o álcool gel é produzido na escola pelos próprios alunos.
Iniciativas como essas fazem parte da política educacional da Secretaria de Educação - SEE, que incentiva atividades que unam teoria e prática e busquem co-relacionar conteúdos de diferentes disciplinas.
Coordenados pela professora de Química, Elizângela Sena, os alunos manipulam ingredientes como carbopol 940, resina que age como espessante; nipagim, conservante com ação bactericida; trieta, que dá a viscosidade própria do gel; álcool etílico 90%, álcool comum utilizado em casa e água potável filtrada ou fervida.
Com esses materiais os estudantes produzem o álcool gel tão utilizado na prevenção da nova gripe. Custando apenas R$ 2,70 por quilo, a técnica possibilita um maior conhecimento em Química e Economia para toda a escola. “A ideia da professora torna o produto acessível a todos”, defende o estudante do 10 ano do Ensino Médio do EJA - Educação de Jovens e Adultos - Edílson da Silva.
Trabalho e aprendizagem - A professora Elizângela Sena ressalta o aspecto pedagógico da atividade ao afirmar que trabalhar temas atuais facilita a aprendizagem. “Procuro trazer assuntos presentes no dia-a-dia e inseri-los na sala de aula, e a partir deles é que começo a abordar a Química”, explica a professora. Ao falar do projeto com o álcool gel, exemplifica: “Com esse experimento pude trabalhar misturas heterogêneas, homogêneas e polímeros”.
Segundo a coordenadora do projeto, os estudantes produzem semanalmente um quilo de álcool gel, que pode ser utilizado até dois meses após o preparo. Esse ano, além do álcool gel 70%, a escola já produziu sabonete, com óleo de coco e velas perfumadas, com cascas de ovos.

Fonte: http://www.fisepe.pe.gov.br/cepe/materias2010/fev/exec06110210.htm