Césio, plutônio e urânio são algumas das substâncias presentes nas nuvens radioativas. Físicos alertam que algumas delas podem levar séculos para deixar de causar danos à saúde.
A primeira explosão, que aconteceu no sábado, arrancou o teto do prédio do reator número um da usina de Fukushima. Desde segunda-feira houve incêndios e novas explosões em outros três reatores. Cada acidente liberou uma nuvem radioativa na atmosfera.
Ninguém sabe exatamente a composição delas, mas em acidentes anteriores os físicos encontraram nas nuvens radioativas elementos perigosos como: césio, que leva 300 anos para se tornar insignificante para a saúde; plutônio, que leva mais de 243 mil anos para perder o efeito e o pior é o urânio, que precisa de 45 bilhões de anos.
Para os japoneses, a pior situação seria se a chuva ou a neve trouxessem esses elementos para o chão. Isso concentraria toda essa radiação numa área muito pequena.
“O ar vai ficar mais limpo para quem está ali respirando, por outro lado dependendo da intensidade da poluição no local, vai acumular esse poluente em plantas”, explica Alberto Avellar Barreto, engenheiro do Centro de Desenvolvimento de Energia Nuclear – CNEN.
Os japoneses torcem para que os ventos levem a nuvem radioativa para o pacífico. Se isso acontecer, o material cairá sobre o oceano e ficará disperso numa área muito maior.
“Ela poderá, numa condição favorável, ir para o oceano o que diminuirá o impacto do acidente”, explica Barreto.
Para saber se a pessoa esta contaminada é preciso fazer exames específicos de fezes e de urina. Outro processo é por um contador Geiger que registra se ha ou não radioatividade. Quando o equipamento chega perto de um pacote de urânio, ele emite um sinal sonoro e marca o nível de contaminação.
A radiação danifica o DNA que está o núcleo das células. Quando isso acontece elas podem se reproduzir de forma desordenada. O resultado são vários tipos de câncer. “Dependendo do nível de radiação e dependendo da quantidade incorporada, pode levar a morte”, diz Tetsuaki Wakabayashi, supervisor de rádio proteção – CNEN.
http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2011/03/nuvens-radioativas-contem-elementos-perigosos-para-saude.html
Aqui estão organizados alguns sites importantes para a atualização do professor de química, dispõe também sobre temas importantes da ciência, especialmente a química, tudo dentro da perspectiva CTS.
segunda-feira, 28 de março de 2011
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Salinas oferecem combustível do futuro
A grande aposta da indústria automobilística é o lítio, matéria-prima das baterias de carros híbridos e elétricos
O lítio, metal cujas jazidas se encontram misturadas às salinas, faz parte da vida de todo mundo. Ele é a matéria-prima das baterias presentes em 90% dos notebooks, 60% dos celulares e em todos os aparelhos de MP3 do planeta. Graças às baterias de íons de lítio, de tecnologia mais moderna que suas antecessoras feitas de chumbo, os equipamentos eletrônicos pessoais vêm se tornando cada vez menores e mais possantes. Agora, com os planos da indústria automobilística de expandir a produção de carros movidos a eletricidade, a tendência é que o lítio adquira um peso cada vez maior na matriz energética mundial. Isso porque as baterias de íons de lítio, em versão bem mais avantajada do que a usada em aparelhos eletrônicos, são consideradas a melhor alternativa para equipar os novos modelos elétricos ou híbridos. No último salão do automóvel de Detroit, em janeiro, a Toyota anunciou uma nova versão do Prius – o primeiro híbrido a se tornar um sucesso de vendas –, em que a bateria de níquel-cádmio será substituída por uma de íons de lítio. A General Motors, que com seu modelo Volt, com lançamento previsto para 2010, pretende transformar o nicho dos carros híbridos num segmento de mercado popular, juntou-se à fabricante de eletrônicos coreana LG para desenvolver sua própria linha de baterias de íons de lítio.
ver reportagem completa em: http://www.bhtrans.pbh.gov.br/portal/page/portal/portalpublico/Imprensa/salinas%20combustivel%20futuro
O lítio, metal cujas jazidas se encontram misturadas às salinas, faz parte da vida de todo mundo. Ele é a matéria-prima das baterias presentes em 90% dos notebooks, 60% dos celulares e em todos os aparelhos de MP3 do planeta. Graças às baterias de íons de lítio, de tecnologia mais moderna que suas antecessoras feitas de chumbo, os equipamentos eletrônicos pessoais vêm se tornando cada vez menores e mais possantes. Agora, com os planos da indústria automobilística de expandir a produção de carros movidos a eletricidade, a tendência é que o lítio adquira um peso cada vez maior na matriz energética mundial. Isso porque as baterias de íons de lítio, em versão bem mais avantajada do que a usada em aparelhos eletrônicos, são consideradas a melhor alternativa para equipar os novos modelos elétricos ou híbridos. No último salão do automóvel de Detroit, em janeiro, a Toyota anunciou uma nova versão do Prius – o primeiro híbrido a se tornar um sucesso de vendas –, em que a bateria de níquel-cádmio será substituída por uma de íons de lítio. A General Motors, que com seu modelo Volt, com lançamento previsto para 2010, pretende transformar o nicho dos carros híbridos num segmento de mercado popular, juntou-se à fabricante de eletrônicos coreana LG para desenvolver sua própria linha de baterias de íons de lítio.
ver reportagem completa em: http://www.bhtrans.pbh.gov.br/portal/page/portal/portalpublico/Imprensa/salinas%20combustivel%20futuro
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Biomonitoramento
Monitormanto da poluiçao do ar de São José dos Campos com
o uso de plantas.
http://www.google.com.ag/search?sourceid=navclient&hl=pt-BR&ie=UTF-8&rlz=1T4GGLL_pt-BRBR367BR367&q=%c3%b3xidos%2cppt
o uso de plantas.
http://www.google.com.ag/search?sourceid=navclient&hl=pt-BR&ie=UTF-8&rlz=1T4GGLL_pt-BRBR367BR367&q=%c3%b3xidos%2cppt
hidrocarbonetos Estrutura e Estereoquímica de Alcanos
Site muito bom. Vale a pena estudar nele. Conheço esse professor. É um dos melhores!!
Edson Minati, UFSC.
http://150.162.31.1/~minatti/aulas/qmc5225/aula_09_organica_alcanos/index.htm
Edson Minati, UFSC.
http://150.162.31.1/~minatti/aulas/qmc5225/aula_09_organica_alcanos/index.htm
sábado, 31 de julho de 2010
Origem do magnetismo
Segundo reportagem da revista Science, a chave para o supermagnetismo está na estrutura extremamente complicada do cristal de Fe16N2.
O magnetismo de um material decorre do giro dos seus elétrons. Cada elétron funciona como um minúsculo magneto, com um campo magnético alinhado com o eixo do seu spin - quanto mais elétrons giram na mesma direção, maior se torna o magnetismo do material.
No cristal de Fe16N2, cada átomo de nitrogênio fica no centro de um aglomerado de seis átomos de ferro, com dois outros átomos de ferro unindo os diversos aglomerados.
Os elétrons que fluem entre os aglomerados comportam-se como os elétrons do ferro comum. Mas os elétrons dos átomos que circundam o átomo de nitrogênio tendem a ficar "travados" no lugar.
Como resultado, garante Wang, esses átomos contribuem para o magnetismo total do material de forma mais intensa do que os átomos individuais, aumentando a intensidade desse magnetismo.
http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=material-mais-magnetico-mundo&id=010160100720
O magnetismo de um material decorre do giro dos seus elétrons. Cada elétron funciona como um minúsculo magneto, com um campo magnético alinhado com o eixo do seu spin - quanto mais elétrons giram na mesma direção, maior se torna o magnetismo do material.
No cristal de Fe16N2, cada átomo de nitrogênio fica no centro de um aglomerado de seis átomos de ferro, com dois outros átomos de ferro unindo os diversos aglomerados.
Os elétrons que fluem entre os aglomerados comportam-se como os elétrons do ferro comum. Mas os elétrons dos átomos que circundam o átomo de nitrogênio tendem a ficar "travados" no lugar.
Como resultado, garante Wang, esses átomos contribuem para o magnetismo total do material de forma mais intensa do que os átomos individuais, aumentando a intensidade desse magnetismo.
http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=material-mais-magnetico-mundo&id=010160100720
domingo, 21 de fevereiro de 2010
O sal e a pressão alta
Apresentação em .pps, muito legal e didática, mostrando como o sal influencia o aumento da presão arterial.
http://http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/upload/saude/arquivos/programas/Osaleapressaoalta.pdf
Apresentação em .pps, muito legal e didática, mostrando como o sal influencia o aumento da presão arterial.
http://http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/upload/saude/arquivos/programas/Osaleapressaoalta.pdf
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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Foucault e a microfísica do poder na escola
Foucault, que viveu de 1926 a 1984, durante quase seis décadas do Séc XX, na fase denominada hoje de pós-modernismo. O mundo capitalista acentuou valores que podem ser facilmente revelados aos homens pós-modernos, tais como individualismo, ambição, egoísmo e racionalidade técnica.
Foucault, utilizando-se da visão crítica dos filósofos pós-modernos, dedicou-se ao estudo e análise do poder, mas não do poder do Estado ou do poder das altas autoridades, mas do poder distribuído e presente em toda a sociedade. À existência deste poder fragmentado e espalhado pode ser visualizado em diversos campos da cultura, daí o porque de Foucault tê-la denominado de microfísica do poder. Segundo o filósofo, o poder se tornou mais eficiente na fase pós-moderna, pelo fato de ele ter se fragmentado nas relações da sociedade, seja através dos costumes, das convenções ou da burocracia. O fato é que o poder pode ser constatado em todos os espaços da vida social. Para Foucault, “o poder está em toda parte ...”.
Depois de compreendida a visão de Michel Foucault sobre o poder, uma pergunta fica no ar. Quem se beneficia do poder ? Foucault responde dizendo que são os detentores dos macropoderes, a exemplo das altas autoridades e dos grandes homens de negócios. Mas ele responde dizendo que também são os pequenos donos dos poderes periféricos. O filósofo defende a idéia de que o poder está diluído no tecido social através das múltiplas formas de dominação, e o que é pior, é que os detentores do poder usam os seus discursos como sendo verdadeiros, amparados pelo poder da burocracia. Quem pode discutir com um médico sobre saúde ? Quem pode discutir com um advogado sobre Direito ou Justiça ? Exemplos como esses, podem mostrar-nos muito bem que o poder está de fato diluído no tecido social, onde cada guardião defende o seu “status” e o seu poder através do discurso, devidamente amparado pela burocracia.
Quem são os guardiões do poder na escola ? Ora, essa pergunta não é difícil de responder: são o diretor, os professores, as secretárias e outros funcionários, que através do controle de artifícios como a vigilância, disciplina, discursos e práticas científicas, mantêm os alunos sob a guarda da escola. Esses guardiões do poder se sentem superiores aos alunos, e os seus discursos são atribuídos como sendo verdadeiros e autênticos. Nessa condição, os alunos se sentem oprimidos e inferiores aos guardiões, e é por isso que Foucault nos dá um alerta para o entendimento dos verbos que caracterizam o poder. Foucault diz que o poder “exclui, recalca, discrimina, mascara, reprime e esconde”.
O filósofo entende que o homem perdeu a sua capacidade de refletir, tendo sido a sua estrutura inconsciente inundada pelos valores da cultura contemporânea, e por isso mesmo, condena a educação padronizada, obedecendo a currículos e livros previamente elaborados, e que se intitulam acima do bem e do mal. Diante dessa conclusão, entende que a educação deve ser multicultural e multifacetada, de forma a trabalhar a subjetividade dos alunos.
Aluno: Luiz Guilherme Menezes Lopes
Foucault, utilizando-se da visão crítica dos filósofos pós-modernos, dedicou-se ao estudo e análise do poder, mas não do poder do Estado ou do poder das altas autoridades, mas do poder distribuído e presente em toda a sociedade. À existência deste poder fragmentado e espalhado pode ser visualizado em diversos campos da cultura, daí o porque de Foucault tê-la denominado de microfísica do poder. Segundo o filósofo, o poder se tornou mais eficiente na fase pós-moderna, pelo fato de ele ter se fragmentado nas relações da sociedade, seja através dos costumes, das convenções ou da burocracia. O fato é que o poder pode ser constatado em todos os espaços da vida social. Para Foucault, “o poder está em toda parte ...”.
Depois de compreendida a visão de Michel Foucault sobre o poder, uma pergunta fica no ar. Quem se beneficia do poder ? Foucault responde dizendo que são os detentores dos macropoderes, a exemplo das altas autoridades e dos grandes homens de negócios. Mas ele responde dizendo que também são os pequenos donos dos poderes periféricos. O filósofo defende a idéia de que o poder está diluído no tecido social através das múltiplas formas de dominação, e o que é pior, é que os detentores do poder usam os seus discursos como sendo verdadeiros, amparados pelo poder da burocracia. Quem pode discutir com um médico sobre saúde ? Quem pode discutir com um advogado sobre Direito ou Justiça ? Exemplos como esses, podem mostrar-nos muito bem que o poder está de fato diluído no tecido social, onde cada guardião defende o seu “status” e o seu poder através do discurso, devidamente amparado pela burocracia.
Quem são os guardiões do poder na escola ? Ora, essa pergunta não é difícil de responder: são o diretor, os professores, as secretárias e outros funcionários, que através do controle de artifícios como a vigilância, disciplina, discursos e práticas científicas, mantêm os alunos sob a guarda da escola. Esses guardiões do poder se sentem superiores aos alunos, e os seus discursos são atribuídos como sendo verdadeiros e autênticos. Nessa condição, os alunos se sentem oprimidos e inferiores aos guardiões, e é por isso que Foucault nos dá um alerta para o entendimento dos verbos que caracterizam o poder. Foucault diz que o poder “exclui, recalca, discrimina, mascara, reprime e esconde”.
O filósofo entende que o homem perdeu a sua capacidade de refletir, tendo sido a sua estrutura inconsciente inundada pelos valores da cultura contemporânea, e por isso mesmo, condena a educação padronizada, obedecendo a currículos e livros previamente elaborados, e que se intitulam acima do bem e do mal. Diante dessa conclusão, entende que a educação deve ser multicultural e multifacetada, de forma a trabalhar a subjetividade dos alunos.
Aluno: Luiz Guilherme Menezes Lopes
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
Sobre sangue, café, óleo e... coletes à prova de bala
Cientistas brasileiros e suíços deram recentemente uma contribuição importante para a compreensão de um fenômeno físico que envolve o escoamento de fluidos por meios porosos. O trabalho pode ter aplicações em indústrias como a do petróleo.
Fonte: http://cienciahoje.uol.com.br/revista-ch/revista-ch-2009/266/sobre-sangue-cafe-oleo-e...-coletes-a-prova-de-bala
Fonte: http://cienciahoje.uol.com.br/revista-ch/revista-ch-2009/266/sobre-sangue-cafe-oleo-e...-coletes-a-prova-de-bala
Álcool gel produzido por alunos é usado na prevenção à gripe
Todos os dias ao chegar à escola, os alunos da Escola Estadual Alice de Barros Maurício, em Camaragibe, Região Metropolitana, se protegem da gripe A (H1N1). Eles limpam as mãos com o álcool gel a 70%. Esse ritual passou a ser presente em várias escolas de Pernambuco desde o aparecimento dos primeiros casos da doença no Estado. A diferença é que na Alice de Barros o álcool gel é produzido na escola pelos próprios alunos.
Iniciativas como essas fazem parte da política educacional da Secretaria de Educação - SEE, que incentiva atividades que unam teoria e prática e busquem co-relacionar conteúdos de diferentes disciplinas.
Coordenados pela professora de Química, Elizângela Sena, os alunos manipulam ingredientes como carbopol 940, resina que age como espessante; nipagim, conservante com ação bactericida; trieta, que dá a viscosidade própria do gel; álcool etílico 90%, álcool comum utilizado em casa e água potável filtrada ou fervida.
Com esses materiais os estudantes produzem o álcool gel tão utilizado na prevenção da nova gripe. Custando apenas R$ 2,70 por quilo, a técnica possibilita um maior conhecimento em Química e Economia para toda a escola. “A ideia da professora torna o produto acessível a todos”, defende o estudante do 10 ano do Ensino Médio do EJA - Educação de Jovens e Adultos - Edílson da Silva.
Trabalho e aprendizagem - A professora Elizângela Sena ressalta o aspecto pedagógico da atividade ao afirmar que trabalhar temas atuais facilita a aprendizagem. “Procuro trazer assuntos presentes no dia-a-dia e inseri-los na sala de aula, e a partir deles é que começo a abordar a Química”, explica a professora. Ao falar do projeto com o álcool gel, exemplifica: “Com esse experimento pude trabalhar misturas heterogêneas, homogêneas e polímeros”.
Segundo a coordenadora do projeto, os estudantes produzem semanalmente um quilo de álcool gel, que pode ser utilizado até dois meses após o preparo. Esse ano, além do álcool gel 70%, a escola já produziu sabonete, com óleo de coco e velas perfumadas, com cascas de ovos.
Fonte: http://www.fisepe.pe.gov.br/cepe/materias2010/fev/exec06110210.htm
Iniciativas como essas fazem parte da política educacional da Secretaria de Educação - SEE, que incentiva atividades que unam teoria e prática e busquem co-relacionar conteúdos de diferentes disciplinas.
Coordenados pela professora de Química, Elizângela Sena, os alunos manipulam ingredientes como carbopol 940, resina que age como espessante; nipagim, conservante com ação bactericida; trieta, que dá a viscosidade própria do gel; álcool etílico 90%, álcool comum utilizado em casa e água potável filtrada ou fervida.
Com esses materiais os estudantes produzem o álcool gel tão utilizado na prevenção da nova gripe. Custando apenas R$ 2,70 por quilo, a técnica possibilita um maior conhecimento em Química e Economia para toda a escola. “A ideia da professora torna o produto acessível a todos”, defende o estudante do 10 ano do Ensino Médio do EJA - Educação de Jovens e Adultos - Edílson da Silva.
Trabalho e aprendizagem - A professora Elizângela Sena ressalta o aspecto pedagógico da atividade ao afirmar que trabalhar temas atuais facilita a aprendizagem. “Procuro trazer assuntos presentes no dia-a-dia e inseri-los na sala de aula, e a partir deles é que começo a abordar a Química”, explica a professora. Ao falar do projeto com o álcool gel, exemplifica: “Com esse experimento pude trabalhar misturas heterogêneas, homogêneas e polímeros”.
Segundo a coordenadora do projeto, os estudantes produzem semanalmente um quilo de álcool gel, que pode ser utilizado até dois meses após o preparo. Esse ano, além do álcool gel 70%, a escola já produziu sabonete, com óleo de coco e velas perfumadas, com cascas de ovos.
Fonte: http://www.fisepe.pe.gov.br/cepe/materias2010/fev/exec06110210.htm
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
A química presente no shampoo
Aula de química envolvendo produtos do cotidiano. Envolve uma atividade prática de fabriacação de um shampoo.
Conceitos envolvidos
Experimento: Fabricação de shampoo
Material
1 copo graduado de 500 ml
1 copo graduado de 50 ml
1 espátula plástica
1 recipiente de plástico
400 ml de Lauril éter sulfato de sódio
50 ml de amida de ácido graxo de coco
10 ml de glicerina
10 ml de Nipagin M
1 g de Ácido Cítrico
7 g de Sal
540 ml de água destila, filtrada ou fervida
20 ml de essências
Procedimentos
Meça a água nos copos graduados e coloque-a no recipiente de plástico e em seguida adicione gradativamente a glicerina, a amida, o lauril e o ácido cítrico conforme solicitado na fórmula. Mexa o conteúdo com a espátula de plástico, a medida em que adiciona cada produto. Acrescente também o Nipagin M e continue mexendo por dez minutos para que este produto que é granulado se dissolva totalmente. Adicione o sal e veja o que ocorre. Na seqüência adicione a essência de acordo conforme seu gosto. Logo após deixe o shampoo em repouso por 24 horas e depois acondicione-o em frascos plásticos limpos e com tampa.
Ao desenvolver o experimento faça anotações, observe: o que ocorre com cada substância a medida que vai sendo adicionada aos produtos que estão no recipiente de plástico. Que resultados teríamos se tivéssemos utilizado um recipiente de alumínio ou ferro para misturar os ingredientes? O que ocorre se utilizarmos um recipiente de vidro ou de aço inox? O que ocorre com a mistura se esta ficar em repouso por um período de sessenta minutos? Qual a diferença entre um shampoo comum e um shampoo sem sal?
Após desenvolver este experimento leve os estudantes a conjecturar e fazer as devidas anotações de forma a ir construindo um relatório. É necessário que aprendam a elaborar os relatórios de forma a evidenciar o caráter científico presente no desenvolvimento de experimentos. Assim, disponibilizamos um modelo que pode ser acessado no link:< www.sitedaescola.com/aulas_inovadoras/marco_amaral/Relat%f3rio.doc >.
Para que possam desenvolver esta atividade não esqueça de solicitar também que tragam embalagens de diferentes tipos de shampoos e relacionem em uma tabela os componentes químicos encontrados nas fórmulas de cada um dos produtos de forma que possam investigar e comparar se em todos há a presença de sal. Neste momento, você poderá informar a eles como se forma a estrutura de um sal a partir destas que elencamos: Bicarbonato de Sódio (NaHCO3), Carbonato de Cálcio (CaCO3), Sulfato de Cálcio (CaSO4), Cloreto de Sódio (NaCl), Fluoreto de Sódio (NaF), Nitrato de Sódio (NaNO3) bem como solicitar que façam a atividade abaixo:
Nome do Shampoo Nome do Sal Fórmula Molecular
Fonte: http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=1576
Conceitos envolvidos
Experimento: Fabricação de shampoo
Material
1 copo graduado de 500 ml
1 copo graduado de 50 ml
1 espátula plástica
1 recipiente de plástico
400 ml de Lauril éter sulfato de sódio
50 ml de amida de ácido graxo de coco
10 ml de glicerina
10 ml de Nipagin M
1 g de Ácido Cítrico
7 g de Sal
540 ml de água destila, filtrada ou fervida
20 ml de essências
Procedimentos
Meça a água nos copos graduados e coloque-a no recipiente de plástico e em seguida adicione gradativamente a glicerina, a amida, o lauril e o ácido cítrico conforme solicitado na fórmula. Mexa o conteúdo com a espátula de plástico, a medida em que adiciona cada produto. Acrescente também o Nipagin M e continue mexendo por dez minutos para que este produto que é granulado se dissolva totalmente. Adicione o sal e veja o que ocorre. Na seqüência adicione a essência de acordo conforme seu gosto. Logo após deixe o shampoo em repouso por 24 horas e depois acondicione-o em frascos plásticos limpos e com tampa.
Ao desenvolver o experimento faça anotações, observe: o que ocorre com cada substância a medida que vai sendo adicionada aos produtos que estão no recipiente de plástico. Que resultados teríamos se tivéssemos utilizado um recipiente de alumínio ou ferro para misturar os ingredientes? O que ocorre se utilizarmos um recipiente de vidro ou de aço inox? O que ocorre com a mistura se esta ficar em repouso por um período de sessenta minutos? Qual a diferença entre um shampoo comum e um shampoo sem sal?
Após desenvolver este experimento leve os estudantes a conjecturar e fazer as devidas anotações de forma a ir construindo um relatório. É necessário que aprendam a elaborar os relatórios de forma a evidenciar o caráter científico presente no desenvolvimento de experimentos. Assim, disponibilizamos um modelo que pode ser acessado no link:< www.sitedaescola.com/aulas_inovadoras/marco_amaral/Relat%f3rio.doc >.
Para que possam desenvolver esta atividade não esqueça de solicitar também que tragam embalagens de diferentes tipos de shampoos e relacionem em uma tabela os componentes químicos encontrados nas fórmulas de cada um dos produtos de forma que possam investigar e comparar se em todos há a presença de sal. Neste momento, você poderá informar a eles como se forma a estrutura de um sal a partir destas que elencamos: Bicarbonato de Sódio (NaHCO3), Carbonato de Cálcio (CaCO3), Sulfato de Cálcio (CaSO4), Cloreto de Sódio (NaCl), Fluoreto de Sódio (NaF), Nitrato de Sódio (NaNO3) bem como solicitar que façam a atividade abaixo:
Nome do Shampoo Nome do Sal Fórmula Molecular
Fonte: http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=1576
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