O sal e a pressão alta
Apresentação em .pps, muito legal e didática, mostrando como o sal influencia o aumento da presão arterial.
http://http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/upload/saude/arquivos/programas/Osaleapressaoalta.pdf
Aqui estão organizados alguns sites importantes para a atualização do professor de química, dispõe também sobre temas importantes da ciência, especialmente a química, tudo dentro da perspectiva CTS.
domingo, 21 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Foucault e a microfísica do poder na escola
Foucault, que viveu de 1926 a 1984, durante quase seis décadas do Séc XX, na fase denominada hoje de pós-modernismo. O mundo capitalista acentuou valores que podem ser facilmente revelados aos homens pós-modernos, tais como individualismo, ambição, egoísmo e racionalidade técnica.
Foucault, utilizando-se da visão crítica dos filósofos pós-modernos, dedicou-se ao estudo e análise do poder, mas não do poder do Estado ou do poder das altas autoridades, mas do poder distribuído e presente em toda a sociedade. À existência deste poder fragmentado e espalhado pode ser visualizado em diversos campos da cultura, daí o porque de Foucault tê-la denominado de microfísica do poder. Segundo o filósofo, o poder se tornou mais eficiente na fase pós-moderna, pelo fato de ele ter se fragmentado nas relações da sociedade, seja através dos costumes, das convenções ou da burocracia. O fato é que o poder pode ser constatado em todos os espaços da vida social. Para Foucault, “o poder está em toda parte ...”.
Depois de compreendida a visão de Michel Foucault sobre o poder, uma pergunta fica no ar. Quem se beneficia do poder ? Foucault responde dizendo que são os detentores dos macropoderes, a exemplo das altas autoridades e dos grandes homens de negócios. Mas ele responde dizendo que também são os pequenos donos dos poderes periféricos. O filósofo defende a idéia de que o poder está diluído no tecido social através das múltiplas formas de dominação, e o que é pior, é que os detentores do poder usam os seus discursos como sendo verdadeiros, amparados pelo poder da burocracia. Quem pode discutir com um médico sobre saúde ? Quem pode discutir com um advogado sobre Direito ou Justiça ? Exemplos como esses, podem mostrar-nos muito bem que o poder está de fato diluído no tecido social, onde cada guardião defende o seu “status” e o seu poder através do discurso, devidamente amparado pela burocracia.
Quem são os guardiões do poder na escola ? Ora, essa pergunta não é difícil de responder: são o diretor, os professores, as secretárias e outros funcionários, que através do controle de artifícios como a vigilância, disciplina, discursos e práticas científicas, mantêm os alunos sob a guarda da escola. Esses guardiões do poder se sentem superiores aos alunos, e os seus discursos são atribuídos como sendo verdadeiros e autênticos. Nessa condição, os alunos se sentem oprimidos e inferiores aos guardiões, e é por isso que Foucault nos dá um alerta para o entendimento dos verbos que caracterizam o poder. Foucault diz que o poder “exclui, recalca, discrimina, mascara, reprime e esconde”.
O filósofo entende que o homem perdeu a sua capacidade de refletir, tendo sido a sua estrutura inconsciente inundada pelos valores da cultura contemporânea, e por isso mesmo, condena a educação padronizada, obedecendo a currículos e livros previamente elaborados, e que se intitulam acima do bem e do mal. Diante dessa conclusão, entende que a educação deve ser multicultural e multifacetada, de forma a trabalhar a subjetividade dos alunos.
Aluno: Luiz Guilherme Menezes Lopes
Foucault, utilizando-se da visão crítica dos filósofos pós-modernos, dedicou-se ao estudo e análise do poder, mas não do poder do Estado ou do poder das altas autoridades, mas do poder distribuído e presente em toda a sociedade. À existência deste poder fragmentado e espalhado pode ser visualizado em diversos campos da cultura, daí o porque de Foucault tê-la denominado de microfísica do poder. Segundo o filósofo, o poder se tornou mais eficiente na fase pós-moderna, pelo fato de ele ter se fragmentado nas relações da sociedade, seja através dos costumes, das convenções ou da burocracia. O fato é que o poder pode ser constatado em todos os espaços da vida social. Para Foucault, “o poder está em toda parte ...”.
Depois de compreendida a visão de Michel Foucault sobre o poder, uma pergunta fica no ar. Quem se beneficia do poder ? Foucault responde dizendo que são os detentores dos macropoderes, a exemplo das altas autoridades e dos grandes homens de negócios. Mas ele responde dizendo que também são os pequenos donos dos poderes periféricos. O filósofo defende a idéia de que o poder está diluído no tecido social através das múltiplas formas de dominação, e o que é pior, é que os detentores do poder usam os seus discursos como sendo verdadeiros, amparados pelo poder da burocracia. Quem pode discutir com um médico sobre saúde ? Quem pode discutir com um advogado sobre Direito ou Justiça ? Exemplos como esses, podem mostrar-nos muito bem que o poder está de fato diluído no tecido social, onde cada guardião defende o seu “status” e o seu poder através do discurso, devidamente amparado pela burocracia.
Quem são os guardiões do poder na escola ? Ora, essa pergunta não é difícil de responder: são o diretor, os professores, as secretárias e outros funcionários, que através do controle de artifícios como a vigilância, disciplina, discursos e práticas científicas, mantêm os alunos sob a guarda da escola. Esses guardiões do poder se sentem superiores aos alunos, e os seus discursos são atribuídos como sendo verdadeiros e autênticos. Nessa condição, os alunos se sentem oprimidos e inferiores aos guardiões, e é por isso que Foucault nos dá um alerta para o entendimento dos verbos que caracterizam o poder. Foucault diz que o poder “exclui, recalca, discrimina, mascara, reprime e esconde”.
O filósofo entende que o homem perdeu a sua capacidade de refletir, tendo sido a sua estrutura inconsciente inundada pelos valores da cultura contemporânea, e por isso mesmo, condena a educação padronizada, obedecendo a currículos e livros previamente elaborados, e que se intitulam acima do bem e do mal. Diante dessa conclusão, entende que a educação deve ser multicultural e multifacetada, de forma a trabalhar a subjetividade dos alunos.
Aluno: Luiz Guilherme Menezes Lopes
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
Sobre sangue, café, óleo e... coletes à prova de bala
Cientistas brasileiros e suíços deram recentemente uma contribuição importante para a compreensão de um fenômeno físico que envolve o escoamento de fluidos por meios porosos. O trabalho pode ter aplicações em indústrias como a do petróleo.
Fonte: http://cienciahoje.uol.com.br/revista-ch/revista-ch-2009/266/sobre-sangue-cafe-oleo-e...-coletes-a-prova-de-bala
Fonte: http://cienciahoje.uol.com.br/revista-ch/revista-ch-2009/266/sobre-sangue-cafe-oleo-e...-coletes-a-prova-de-bala
Álcool gel produzido por alunos é usado na prevenção à gripe
Todos os dias ao chegar à escola, os alunos da Escola Estadual Alice de Barros Maurício, em Camaragibe, Região Metropolitana, se protegem da gripe A (H1N1). Eles limpam as mãos com o álcool gel a 70%. Esse ritual passou a ser presente em várias escolas de Pernambuco desde o aparecimento dos primeiros casos da doença no Estado. A diferença é que na Alice de Barros o álcool gel é produzido na escola pelos próprios alunos.
Iniciativas como essas fazem parte da política educacional da Secretaria de Educação - SEE, que incentiva atividades que unam teoria e prática e busquem co-relacionar conteúdos de diferentes disciplinas.
Coordenados pela professora de Química, Elizângela Sena, os alunos manipulam ingredientes como carbopol 940, resina que age como espessante; nipagim, conservante com ação bactericida; trieta, que dá a viscosidade própria do gel; álcool etílico 90%, álcool comum utilizado em casa e água potável filtrada ou fervida.
Com esses materiais os estudantes produzem o álcool gel tão utilizado na prevenção da nova gripe. Custando apenas R$ 2,70 por quilo, a técnica possibilita um maior conhecimento em Química e Economia para toda a escola. “A ideia da professora torna o produto acessível a todos”, defende o estudante do 10 ano do Ensino Médio do EJA - Educação de Jovens e Adultos - Edílson da Silva.
Trabalho e aprendizagem - A professora Elizângela Sena ressalta o aspecto pedagógico da atividade ao afirmar que trabalhar temas atuais facilita a aprendizagem. “Procuro trazer assuntos presentes no dia-a-dia e inseri-los na sala de aula, e a partir deles é que começo a abordar a Química”, explica a professora. Ao falar do projeto com o álcool gel, exemplifica: “Com esse experimento pude trabalhar misturas heterogêneas, homogêneas e polímeros”.
Segundo a coordenadora do projeto, os estudantes produzem semanalmente um quilo de álcool gel, que pode ser utilizado até dois meses após o preparo. Esse ano, além do álcool gel 70%, a escola já produziu sabonete, com óleo de coco e velas perfumadas, com cascas de ovos.
Fonte: http://www.fisepe.pe.gov.br/cepe/materias2010/fev/exec06110210.htm
Iniciativas como essas fazem parte da política educacional da Secretaria de Educação - SEE, que incentiva atividades que unam teoria e prática e busquem co-relacionar conteúdos de diferentes disciplinas.
Coordenados pela professora de Química, Elizângela Sena, os alunos manipulam ingredientes como carbopol 940, resina que age como espessante; nipagim, conservante com ação bactericida; trieta, que dá a viscosidade própria do gel; álcool etílico 90%, álcool comum utilizado em casa e água potável filtrada ou fervida.
Com esses materiais os estudantes produzem o álcool gel tão utilizado na prevenção da nova gripe. Custando apenas R$ 2,70 por quilo, a técnica possibilita um maior conhecimento em Química e Economia para toda a escola. “A ideia da professora torna o produto acessível a todos”, defende o estudante do 10 ano do Ensino Médio do EJA - Educação de Jovens e Adultos - Edílson da Silva.
Trabalho e aprendizagem - A professora Elizângela Sena ressalta o aspecto pedagógico da atividade ao afirmar que trabalhar temas atuais facilita a aprendizagem. “Procuro trazer assuntos presentes no dia-a-dia e inseri-los na sala de aula, e a partir deles é que começo a abordar a Química”, explica a professora. Ao falar do projeto com o álcool gel, exemplifica: “Com esse experimento pude trabalhar misturas heterogêneas, homogêneas e polímeros”.
Segundo a coordenadora do projeto, os estudantes produzem semanalmente um quilo de álcool gel, que pode ser utilizado até dois meses após o preparo. Esse ano, além do álcool gel 70%, a escola já produziu sabonete, com óleo de coco e velas perfumadas, com cascas de ovos.
Fonte: http://www.fisepe.pe.gov.br/cepe/materias2010/fev/exec06110210.htm
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
A química presente no shampoo
Aula de química envolvendo produtos do cotidiano. Envolve uma atividade prática de fabriacação de um shampoo.
Conceitos envolvidos
Experimento: Fabricação de shampoo
Material
1 copo graduado de 500 ml
1 copo graduado de 50 ml
1 espátula plástica
1 recipiente de plástico
400 ml de Lauril éter sulfato de sódio
50 ml de amida de ácido graxo de coco
10 ml de glicerina
10 ml de Nipagin M
1 g de Ácido Cítrico
7 g de Sal
540 ml de água destila, filtrada ou fervida
20 ml de essências
Procedimentos
Meça a água nos copos graduados e coloque-a no recipiente de plástico e em seguida adicione gradativamente a glicerina, a amida, o lauril e o ácido cítrico conforme solicitado na fórmula. Mexa o conteúdo com a espátula de plástico, a medida em que adiciona cada produto. Acrescente também o Nipagin M e continue mexendo por dez minutos para que este produto que é granulado se dissolva totalmente. Adicione o sal e veja o que ocorre. Na seqüência adicione a essência de acordo conforme seu gosto. Logo após deixe o shampoo em repouso por 24 horas e depois acondicione-o em frascos plásticos limpos e com tampa.
Ao desenvolver o experimento faça anotações, observe: o que ocorre com cada substância a medida que vai sendo adicionada aos produtos que estão no recipiente de plástico. Que resultados teríamos se tivéssemos utilizado um recipiente de alumínio ou ferro para misturar os ingredientes? O que ocorre se utilizarmos um recipiente de vidro ou de aço inox? O que ocorre com a mistura se esta ficar em repouso por um período de sessenta minutos? Qual a diferença entre um shampoo comum e um shampoo sem sal?
Após desenvolver este experimento leve os estudantes a conjecturar e fazer as devidas anotações de forma a ir construindo um relatório. É necessário que aprendam a elaborar os relatórios de forma a evidenciar o caráter científico presente no desenvolvimento de experimentos. Assim, disponibilizamos um modelo que pode ser acessado no link:< www.sitedaescola.com/aulas_inovadoras/marco_amaral/Relat%f3rio.doc >.
Para que possam desenvolver esta atividade não esqueça de solicitar também que tragam embalagens de diferentes tipos de shampoos e relacionem em uma tabela os componentes químicos encontrados nas fórmulas de cada um dos produtos de forma que possam investigar e comparar se em todos há a presença de sal. Neste momento, você poderá informar a eles como se forma a estrutura de um sal a partir destas que elencamos: Bicarbonato de Sódio (NaHCO3), Carbonato de Cálcio (CaCO3), Sulfato de Cálcio (CaSO4), Cloreto de Sódio (NaCl), Fluoreto de Sódio (NaF), Nitrato de Sódio (NaNO3) bem como solicitar que façam a atividade abaixo:
Nome do Shampoo Nome do Sal Fórmula Molecular
Fonte: http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=1576
Conceitos envolvidos
Experimento: Fabricação de shampoo
Material
1 copo graduado de 500 ml
1 copo graduado de 50 ml
1 espátula plástica
1 recipiente de plástico
400 ml de Lauril éter sulfato de sódio
50 ml de amida de ácido graxo de coco
10 ml de glicerina
10 ml de Nipagin M
1 g de Ácido Cítrico
7 g de Sal
540 ml de água destila, filtrada ou fervida
20 ml de essências
Procedimentos
Meça a água nos copos graduados e coloque-a no recipiente de plástico e em seguida adicione gradativamente a glicerina, a amida, o lauril e o ácido cítrico conforme solicitado na fórmula. Mexa o conteúdo com a espátula de plástico, a medida em que adiciona cada produto. Acrescente também o Nipagin M e continue mexendo por dez minutos para que este produto que é granulado se dissolva totalmente. Adicione o sal e veja o que ocorre. Na seqüência adicione a essência de acordo conforme seu gosto. Logo após deixe o shampoo em repouso por 24 horas e depois acondicione-o em frascos plásticos limpos e com tampa.
Ao desenvolver o experimento faça anotações, observe: o que ocorre com cada substância a medida que vai sendo adicionada aos produtos que estão no recipiente de plástico. Que resultados teríamos se tivéssemos utilizado um recipiente de alumínio ou ferro para misturar os ingredientes? O que ocorre se utilizarmos um recipiente de vidro ou de aço inox? O que ocorre com a mistura se esta ficar em repouso por um período de sessenta minutos? Qual a diferença entre um shampoo comum e um shampoo sem sal?
Após desenvolver este experimento leve os estudantes a conjecturar e fazer as devidas anotações de forma a ir construindo um relatório. É necessário que aprendam a elaborar os relatórios de forma a evidenciar o caráter científico presente no desenvolvimento de experimentos. Assim, disponibilizamos um modelo que pode ser acessado no link:< www.sitedaescola.com/aulas_inovadoras/marco_amaral/Relat%f3rio.doc >.
Para que possam desenvolver esta atividade não esqueça de solicitar também que tragam embalagens de diferentes tipos de shampoos e relacionem em uma tabela os componentes químicos encontrados nas fórmulas de cada um dos produtos de forma que possam investigar e comparar se em todos há a presença de sal. Neste momento, você poderá informar a eles como se forma a estrutura de um sal a partir destas que elencamos: Bicarbonato de Sódio (NaHCO3), Carbonato de Cálcio (CaCO3), Sulfato de Cálcio (CaSO4), Cloreto de Sódio (NaCl), Fluoreto de Sódio (NaF), Nitrato de Sódio (NaNO3) bem como solicitar que façam a atividade abaixo:
Nome do Shampoo Nome do Sal Fórmula Molecular
Fonte: http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=1576
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
ADITIVOS ALIMENTARES
Aditivos Alimentares - Blog interessante
IDENTIDADE, QUALIDADE E ROTULAGEM SOB O OLHAR DA SAÚDE PÚBLICA.
http://aditivosquimicos-ufrj.blogspot.com/
IDENTIDADE, QUALIDADE E ROTULAGEM SOB O OLHAR DA SAÚDE PÚBLICA.
http://aditivosquimicos-ufrj.blogspot.com/
sábado, 12 de dezembro de 2009
Pedagogia
Registro de leituras que fiz sobre alguns autores importantes da área da educação.
1. Escola e Democracia, de Demerval Saviani
O livro Escola e Democracia, de Demerval Saviani, é uma tentativa de esclarecimento da situação da Educação, senão ao menos uma melhor compreensão de sua relação com os diferentes aspectos da sociedade, da história e dos momentos políticos. Neste livro, o autor denuncia as formas de discriminação na educação, ao mesmo tempo em que sugere uma pedagogia capaz de superar as desigualdades.
Texto integral em: http://www.passeiweb.com/na_ponta_lingua/livros/resumos_comentarios/e/escola_e_democracia
2. Pedagogia Histórico-crítica, de Demerval Saviani
As idéias contidas no livro “Pedagogia Histórico-Crítico”, de Dermaval Saviani, procuram aproximar o leitor do significado da concepção educacional que desde 1984 vem sendo denominada pedagogia histórico-crítica. Uma prática pedagógica que propõe uma interação entre conteúdo e a realidade concreta, visando a transformação da sociedade através da ação-compreensão-ação do educando, que enfoca nos conteúdos, como produção histórico-social de todos os homens. Como superação das visões não-críticas e crítico-reprodutivistas da educação. Neste sentido dão continuidade e complementam as analises apresentadas no livro “Escola e democracia”, que pode ser considerado uma introdução desse novo paradigma educacional. Porém nesse livro aparece com o nome de “pedagogia revolucionária”.
http://www.pdf-search-engine.com/escola-e-democracia-demerval-saviani-pdf.html
http://www.uniube.br/propep/mestrado/revista/vol01/03/art03.pdf
1. Escola e Democracia, de Demerval Saviani
O livro Escola e Democracia, de Demerval Saviani, é uma tentativa de esclarecimento da situação da Educação, senão ao menos uma melhor compreensão de sua relação com os diferentes aspectos da sociedade, da história e dos momentos políticos. Neste livro, o autor denuncia as formas de discriminação na educação, ao mesmo tempo em que sugere uma pedagogia capaz de superar as desigualdades.
Texto integral em: http://www.passeiweb.com/na_ponta_lingua/livros/resumos_comentarios/e/escola_e_democracia
2. Pedagogia Histórico-crítica, de Demerval Saviani
As idéias contidas no livro “Pedagogia Histórico-Crítico”, de Dermaval Saviani, procuram aproximar o leitor do significado da concepção educacional que desde 1984 vem sendo denominada pedagogia histórico-crítica. Uma prática pedagógica que propõe uma interação entre conteúdo e a realidade concreta, visando a transformação da sociedade através da ação-compreensão-ação do educando, que enfoca nos conteúdos, como produção histórico-social de todos os homens. Como superação das visões não-críticas e crítico-reprodutivistas da educação. Neste sentido dão continuidade e complementam as analises apresentadas no livro “Escola e democracia”, que pode ser considerado uma introdução desse novo paradigma educacional. Porém nesse livro aparece com o nome de “pedagogia revolucionária”.
http://www.pdf-search-engine.com/escola-e-democracia-demerval-saviani-pdf.html
http://www.uniube.br/propep/mestrado/revista/vol01/03/art03.pdf
sábado, 24 de outubro de 2009
Como funciona a bala que explode na boca?
De laranja, morango, chocolate... Huumm! As balas são tão gostosas... Mas, como qualquer guloseima, as balas são para nos deliciar uma vez ou outra. O excesso, a gente sabe, pode provocar cáries ou causar obesidade. Mas será que existe ciência nas balas? Pode apostar que sim! Agora, por exemplo, você vai saber sobre o tipo que explode na boca.
O segredo da sua fórmula são cristais de açúcar que guardam bolhas de gás carbônico sob alta pressão. Mas a bala explosiva contém, ainda, outros ingredientes. Ela é produzida a partir da combinação de alguns açúcares, como sacarose e lactose ou sacarose e xarope de milho. Sua fórmula ainda leva amido, gelatina ou goma – como ágar, alginato, pectina –, ingredientes que ajudam a aumentar a quantidade de gás carbônico aprisionado, além de acidulantes, flavorizantes e corantes. Na fábrica, tudo isso é misturado e aquecido sob alta pressão, até que os açúcares passem do estado sólido ao estado líquido. Neste ponto, é que o gás carbônico é adicionado à mistura. Depois, o líquido esfria, ainda sob alta pressão, para deixar as bolhas de gás carbônico aprisionadas no interior do grande torrão de açúcar que se formou. Quando a pressão é liberada, o tal torrão de açúcar se parte em pedaços bem pequenos, como um granulado. As bolhas de gás carbônico continuam no interior dessas minibalas, que são vendidas em pacotinhos. Abra um pacotinho desses e deixe o doce entrar em contato com a umidade da sua boca. O açúcar vai se dissolver e... Ploft! Ploft! Ploft! Você vai sentir o estouro das bolhas. O mesmo efeito pode ser conseguido se a bala for mastigada.
fonte: http://cienciahoje.uol.com.br/154902
O segredo da sua fórmula são cristais de açúcar que guardam bolhas de gás carbônico sob alta pressão. Mas a bala explosiva contém, ainda, outros ingredientes. Ela é produzida a partir da combinação de alguns açúcares, como sacarose e lactose ou sacarose e xarope de milho. Sua fórmula ainda leva amido, gelatina ou goma – como ágar, alginato, pectina –, ingredientes que ajudam a aumentar a quantidade de gás carbônico aprisionado, além de acidulantes, flavorizantes e corantes. Na fábrica, tudo isso é misturado e aquecido sob alta pressão, até que os açúcares passem do estado sólido ao estado líquido. Neste ponto, é que o gás carbônico é adicionado à mistura. Depois, o líquido esfria, ainda sob alta pressão, para deixar as bolhas de gás carbônico aprisionadas no interior do grande torrão de açúcar que se formou. Quando a pressão é liberada, o tal torrão de açúcar se parte em pedaços bem pequenos, como um granulado. As bolhas de gás carbônico continuam no interior dessas minibalas, que são vendidas em pacotinhos. Abra um pacotinho desses e deixe o doce entrar em contato com a umidade da sua boca. O açúcar vai se dissolver e... Ploft! Ploft! Ploft! Você vai sentir o estouro das bolhas. O mesmo efeito pode ser conseguido se a bala for mastigada.
fonte: http://cienciahoje.uol.com.br/154902
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Álcool ou gasolina: qual o combustível mais econômico?
Multiplique o preço da gasolina por 0,7. Compare o valor obtido com o preço do álcool. Se o resultado for menor que o preço do álcool na bomba, prefira o álcool. Se for maior, prefira a gasolina.
fonte: http://g1.globo.com/jornalhoje/0,,MUL1342447-16022,00-ALCOOL+OU+GASOLINA+QUAL+O+COMBUSTIVEL+MAIS+ECONOMICO.html
fonte: http://g1.globo.com/jornalhoje/0,,MUL1342447-16022,00-ALCOOL+OU+GASOLINA+QUAL+O+COMBUSTIVEL+MAIS+ECONOMICO.html
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Rios Voadores
Os Rios Voadores são correntes de ar que carregam umidade de Norte a Sul do Brasil e são responsáveis por grande parte das chuvas no Centro-Oeste, Sudeste e no Sul.
A quantidade de vapor d’água transportada por esses rios voadores pode chegar a volumes maiores que a vazão de todos os rios do centro-oeste e ser da mesma ordem de grandeza da vazão do rio Amazonas (200.000 m3/s). O projeto Rios Voadores vai colocar uma lupa nestes processos, voando junto com os ventos, amostrando o vapor, coletando a chuva em busca das explicações e números. A resposta está na Amazônia.
Fonte: http://miriamsalles.info/wp/?p=3433
A quantidade de vapor d’água transportada por esses rios voadores pode chegar a volumes maiores que a vazão de todos os rios do centro-oeste e ser da mesma ordem de grandeza da vazão do rio Amazonas (200.000 m3/s). O projeto Rios Voadores vai colocar uma lupa nestes processos, voando junto com os ventos, amostrando o vapor, coletando a chuva em busca das explicações e números. A resposta está na Amazônia.
Fonte: http://miriamsalles.info/wp/?p=3433
http://www.riosvoadores.com.br/
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