quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

A química presente no shampoo

Aula de química envolvendo produtos do cotidiano. Envolve uma atividade prática de fabriacação de um shampoo.

Conceitos envolvidos

Experimento: Fabricação de shampoo
Material
1 copo graduado de 500 ml
1 copo graduado de 50 ml
1 espátula plástica
1 recipiente de plástico
400 ml de Lauril éter sulfato de sódio
50 ml de amida de ácido graxo de coco
10 ml de glicerina
10 ml de Nipagin M
1 g de Ácido Cítrico
7 g de Sal
540 ml de água destila, filtrada ou fervida
20 ml de essências
Procedimentos
Meça a água nos copos graduados e coloque-a no recipiente de plástico e em seguida adicione gradativamente a glicerina, a amida, o lauril e o ácido cítrico conforme solicitado na fórmula. Mexa o conteúdo com a espátula de plástico, a medida em que adiciona cada produto. Acrescente também o Nipagin M e continue mexendo por dez minutos para que este produto que é granulado se dissolva totalmente. Adicione o sal e veja o que ocorre. Na seqüência adicione a essência de acordo conforme seu gosto. Logo após deixe o shampoo em repouso por 24 horas e depois acondicione-o em frascos plásticos limpos e com tampa.
Ao desenvolver o experimento faça anotações, observe: o que ocorre com cada substância a medida que vai sendo adicionada aos produtos que estão no recipiente de plástico. Que resultados teríamos se tivéssemos utilizado um recipiente de alumínio ou ferro para misturar os ingredientes? O que ocorre se utilizarmos um recipiente de vidro ou de aço inox? O que ocorre com a mistura se esta ficar em repouso por um período de sessenta minutos? Qual a diferença entre um shampoo comum e um shampoo sem sal?
Após desenvolver este experimento leve os estudantes a conjecturar e fazer as devidas anotações de forma a ir construindo um relatório. É necessário que aprendam a elaborar os relatórios de forma a evidenciar o caráter científico presente no desenvolvimento de experimentos. Assim, disponibilizamos um modelo que pode ser acessado no link:< www.sitedaescola.com/aulas_inovadoras/marco_amaral/Relat%f3rio.doc >.
Para que possam desenvolver esta atividade não esqueça de solicitar também que tragam embalagens de diferentes tipos de shampoos e relacionem em uma tabela os componentes químicos encontrados nas fórmulas de cada um dos produtos de forma que possam investigar e comparar se em todos há a presença de sal. Neste momento, você poderá informar a eles como se forma a estrutura de um sal a partir destas que elencamos: Bicarbonato de Sódio (NaHCO3), Carbonato de Cálcio (CaCO3), Sulfato de Cálcio (CaSO4), Cloreto de Sódio (NaCl), Fluoreto de Sódio (NaF), Nitrato de Sódio (NaNO3) bem como solicitar que façam a atividade abaixo:

Nome do Shampoo Nome do Sal Fórmula Molecular


Fonte: http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=1576

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

ADITIVOS ALIMENTARES

Aditivos Alimentares - Blog interessante
IDENTIDADE, QUALIDADE E ROTULAGEM SOB O OLHAR DA SAÚDE PÚBLICA.
http://aditivosquimicos-ufrj.blogspot.com/

sábado, 12 de dezembro de 2009

Pedagogia

Registro de leituras que fiz sobre alguns autores importantes da área da educação.

1. Escola e Democracia, de Demerval Saviani

O livro Escola e Democracia, de Demerval Saviani, é uma tentativa de esclarecimento da situação da Educação, senão ao menos uma melhor compreensão de sua relação com os diferentes aspectos da sociedade, da história e dos momentos políticos. Neste livro, o autor denuncia as formas de discriminação na educação, ao mesmo tempo em que sugere uma pedagogia capaz de superar as desigualdades.
Texto integral em: http://www.passeiweb.com/na_ponta_lingua/livros/resumos_comentarios/e/escola_e_democracia

2. Pedagogia Histórico-crítica, de Demerval Saviani

As idéias contidas no livro “Pedagogia Histórico-Crítico”, de Dermaval Saviani, procuram aproximar o leitor do significado da concepção educacional que desde 1984 vem sendo denominada pedagogia histórico-crítica. Uma prática pedagógica que propõe uma interação entre conteúdo e a realidade concreta, visando a transformação da sociedade através da ação-compreensão-ação do educando, que enfoca nos conteúdos, como produção histórico-social de todos os homens. Como superação das visões não-críticas e crítico-reprodutivistas da educação. Neste sentido dão continuidade e complementam as analises apresentadas no livro “Escola e democracia”, que pode ser considerado uma introdução desse novo paradigma educacional. Porém nesse livro aparece com o nome de “pedagogia revolucionária”.

http://www.pdf-search-engine.com/escola-e-democracia-demerval-saviani-pdf.html

http://www.uniube.br/propep/mestrado/revista/vol01/03/art03.pdf

sábado, 24 de outubro de 2009

Como funciona a bala que explode na boca?

De laranja, morango, chocolate... Huumm! As balas são tão gostosas... Mas, como qualquer guloseima, as balas são para nos deliciar uma vez ou outra. O excesso, a gente sabe, pode provocar cáries ou causar obesidade. Mas será que existe ciência nas balas? Pode apostar que sim! Agora, por exemplo, você vai saber sobre o tipo que explode na boca.

O segredo da sua fórmula são cristais de açúcar que guardam bolhas de gás carbônico sob alta pressão. Mas a bala explosiva contém, ainda, outros ingredientes. Ela é produzida a partir da combinação de alguns açúcares, como sacarose e lactose ou sacarose e xarope de milho. Sua fórmula ainda leva amido, gelatina ou goma – como ágar, alginato, pectina –, ingredientes que ajudam a aumentar a quantidade de gás carbônico aprisionado, além de acidulantes, flavorizantes e corantes. Na fábrica, tudo isso é misturado e aquecido sob alta pressão, até que os açúcares passem do estado sólido ao estado líquido. Neste ponto, é que o gás carbônico é adicionado à mistura. Depois, o líquido esfria, ainda sob alta pressão, para deixar as bolhas de gás carbônico aprisionadas no interior do grande torrão de açúcar que se formou. Quando a pressão é liberada, o tal torrão de açúcar se parte em pedaços bem pequenos, como um granulado. As bolhas de gás carbônico continuam no interior dessas minibalas, que são vendidas em pacotinhos. Abra um pacotinho desses e deixe o doce entrar em contato com a umidade da sua boca. O açúcar vai se dissolver e... Ploft! Ploft! Ploft! Você vai sentir o estouro das bolhas. O mesmo efeito pode ser conseguido se a bala for mastigada.

fonte: http://cienciahoje.uol.com.br/154902

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Álcool ou gasolina: qual o combustível mais econômico?

Multiplique o preço da gasolina por 0,7. Compare o valor obtido com o preço do álcool. Se o resultado for menor que o preço do álcool na bomba, prefira o álcool. Se for maior, prefira a gasolina.

fonte: http://g1.globo.com/jornalhoje/0,,MUL1342447-16022,00-ALCOOL+OU+GASOLINA+QUAL+O+COMBUSTIVEL+MAIS+ECONOMICO.html

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Rios Voadores

Os Rios Voadores são correntes de ar que carregam umidade de Norte a Sul do Brasil e são responsáveis por grande parte das chuvas no Centro-Oeste, Sudeste e no Sul.
A quantidade de vapor d’água transportada por esses rios voadores pode chegar a volumes maiores que a vazão de todos os rios do centro-oeste e ser da mesma ordem de grandeza da vazão do rio Amazonas (200.000 m3/s). O projeto Rios Voadores vai colocar uma lupa nestes processos, voando junto com os ventos, amostrando o vapor, coletando a chuva em busca das explicações e números. A resposta está na Amazônia.


Fonte: http://miriamsalles.info/wp/?p=3433

http://www.riosvoadores.com.br/

Aumento do CO2 na atmosfera ameaça ecossistemas marinhos

Absorção do gás por oceanos pode levar à extinção de moluscos e gerar desequilíbrio ambiental


O aumento das emissões de dióxido de carbono (CO2) por seres humanos não afeta apenas a saúde de quem vive em terra firme. A absorção de parte desse gás pelos oceanos pode impedir que pequenos moluscos produzam suas conchas calcárias, o que comprometeria toda a cadeia alimentar e representaria uma séria ameaça ao equilíbrio ambiental. O alerta é de uma equipe internacional de cientistas, que simulou o impacto do aumento de CO2 na atmosfera sobre ecossistemas marinhos.

As conclusões, publicadas na Nature desta quinta-feira, sugerem que um cenário preocupante pode ocorrer ainda neste século, caso não sejam tomadas medidas para conter o aumento das emissões de gás carbônico na atmosfera. O estudo é mais um argumento a favor da adoção global do protocolo de Kyoto, que prevê a redução progressiva dessas emissões.

Quando o CO2 se dissolve nos oceanos, torna suas águas mais ácidas e diminui a disponibilidade dos íons carbonato, sobretudo nas regiões polares da Terra. Esses íons são usados por alguns organismos marinhos para formar conchas e exoesqueletos que os revestem.

Com o auxílio de programas de computador, a equipe de James Orr, do Laboratório de Ciências do Clima e do Meio Ambiente, na França, simulou a evolução da concentração de íons carbonato nos oceanos ao longo do século 21 (os cálculos levaram em conta dados relativos aos mares situados abaixo do paralelo 60 do Hemisfério Sul, próximo ao Círculo Polar Antártico). As simulações indicam que essa concentração diminuirá cada vez mais rapidamente, à medida que aumentarem as taxas de gás carbônico na atmosfera.

Em 2004, a concentração de gás carbônico na atmosfera era de 380 partes por milhão (ppm). Os cientistas calculam que, se essa taxa passar de 600 ppm, não haverá íons carbonato o bastante para formar as conchas e exoesqueletos dos organismos marinhos. De acordo com algumas das simulações feitas, essa taxa de CO2 será atingida por volta do ano 2060.

Para mostrar o impacto de um tal cenário sobre os ecossistemas marinhos, os pesquisadores também realizaram experimentos com uma espécie de pequeno molusco marinho (Clio pyramidata) abundante nos oceanos polares. Alguns desses animais foram colocados em ambientes com água do mar com uma concentração de íons carbonato semelhante à que as simulações apontaram para o ano 2100. Depois de 48 horas, os cientistas constataram que a concha do molusco havia se dissolvido.

Essa ameaça poderá ser enfrentada não apenas por moluscos, mas também por corais com estruturas calcárias. Como um intervalo de cerca de 50 anos não seria suficiente para que essas espécies se adaptassem às novas condições ambientais, o impacto sobre esses organismos poderia se estender a todo o ecossistema, já que os moluscos estão localizados na base da cadeia alimentar e os corais representam abrigo para variadas espécies de peixe. “As mudanças na composição química da água dos mares que ocorrerão no final do século podem alterar muito a estrutura e a biodiversidade dos ecossistemas polares, com impactos em múltiplos níveis tróficos”, alerta a equipe na conclusão do artigo.


Lia Brum
Ciência Hoje On-line
28/09/05

http://cienciahoje.uol.com.br/3899

domingo, 27 de setembro de 2009

Anomalia da densidade da água

A densidade da água pura é 1000 kg/m3.
Na superfície dos oceanos a densidade da água é cerca de 1027 kg/m3. Há dois fatores que fazem a água dos oceanos ficarem mais ou menos densa: a temperatura e a salinidade.
fonte do gráfico: http://www.ocean.washington.edu/courses/oc512/expinfluids.1a_files/image016.jpg
O link abaixo é de um sítio que possui uma calculadora na qual podemos calcular a densidade da água em função dos dois fatores citados acima. Isso pode ser útil na aquisição de dados que podem ser utilizados na construção de gráficos.

http://www.csgnetwork.com/h2odenscalc.html

A ÁGUA EXPANDE NO CONGELAMENTO

O volume molar da água aumenta sob congelamento, ou seja, no gêlo o volume ocupado por um mol de água é maior do que no líquido.

O ponto de fusão (congelamento) da água cai com o aumento da pressão. É por isso que no fundo dos rios, lagos e mares, a água do fundo é mais difícil de ser congelada. A figura abaixo mostra esse comportamento. Pelo gráfico também podemos ver que o gêlo e água em altas pressões possuem uma diferença
de 16,8% , enquanto que na superfície, a diferença é de apenas 9,1%.


A temperatura mínima que a água pode existir na forma líquida é a -21, 985°C a 209,
A água sofre um aumento na densidade quando tem sua temperatura aumentada até 4°C.

Veja abaixo a variação da densidade do gêlo, da água líquida, do líquido supergelado e do vapor de água em equilíbrio com o líquido com a temperatura ( a densidade ortobárica).

Fonte dessas informações:

http://www1.lsbu.ac.uk/water/explan2.html#melt

terça-feira, 22 de setembro de 2009

As árvores também poluem

Plantar árvores é uma ótima solução para diminuir a poluição do ar nas grandes cidades, certo?
Cientistas americanos descobriram que certas espécies podem ter o efeito contrário: liberam um composto que estimula a formação de ozônio - o mesmo gás que, a 10 mil quilômetros de altura, protege a Terra contra os raios ultravioleta, mas é tóxico se inalado diretamente (pode causar câncer e doenças pulmonares). "As pessoas não fazem ideia de como as árvores podem contribuir para a formação de ozônio", afirma o biólogo Mark Potosnak, doutor em ciências ambientais pela Universidade Columbia. Elas produzem uma substância, chamada terpeno, que é uma espécie de inseticida natural.

Só que, quando entra em contato com o óxido de nitrogênio liberado pelos carros, o terpeno vira ozônio. Muito ozônio: nas medições feitas por Potosnak, a concentração desse gás no ar dos EUA chegou a 107 partes por bilhão - 30% acima do nível considerado seguro. E as zonas urbanas mais arborizadas, como parques, foram justamente as piores. Abaixo as árvores então? Potosnak propõe uma solução mais inteligente: "Em cidades grandes e cheias de carros, talvez devêssemos escolher com mais atenção as espécies que serão plantadas" (veja exemplos abaixo).

FÁBRICAS DE POLUIÇÃO Quanto gás as árvores produzem*
Pouco - Bordô - 3,2 Médio - Pinheiro - 17,5 Bastante - Palmeira - 201,8


fonte: http://www.clicrbs.com.br/especial/sc/portal-social/19,0,2630152,As-arvores-tambem-poluem.html

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Vantagens do comer biológico

A Agricultura Biológica tem se afirmado como uma forma mais sadia de produzir alimentos. Nesse artigo você encontrará uma súmula das vantagens para a saúde, sociedade e ambiente de uma forma de agricultura que ganha cada vez mais adeptos.

O autor esclarece, entre outros, os prejuízos que a expansão da produtividade agrícola causa ao meio ambiente e à nossa saúde.

http://www.catalogosustentavel.com.br/arquivos/file/alimentacao%20biologica.pdf